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7º Ofício De Notas Da Comarca Da Capital: Conheça A História Do Cartório Dos Tijucanos

Serventia se destaca em um dos mais tradicionais bairros do Rio

Praça Saens Peña, Café Palheta e uma farmácia a cada três metros, dos dois lados da calçada. Com essa descrição qualquer carioca descobre muito rápido de qual bairro está se falando. A Tijuca, conhecida como a zona sul da zona norte, é uma antiga conhecida mas que reúne uma rica história dos tempos em que a vizinhança tinha um aspecto bastante rural e era ocupada por chácaras particulares e fazendas de café. Assim era o bairro no ano de 1820. 

Anos depois, segundo conta a história, uma fábrica de chitas que manufaturava tecidos indianos também abrigou o local. O Brasil recebia ali uma das primeiras indústrias do país. Não é à toa que até os dias de hoje a Rua Conde de Bonfim e suas transversais General Roca, Carlos Vasconcelos, mantém ainda o espírito comercial reunindo centenas de lojas transformando o bairro em um verdadeiro e rico polo varejista.      

Contextualizado a esse cenário é que o 7º Ofício de Notas da Comarca da Capital, o maior e principal cartório de Notas da região, funciona hoje e oferece tantos serviços essenciais para a prática de atos civis aos tijucanos e fluminenses. Mas antes de chegar à Rua Santa Sofia, nº 139, a serventia, fundada em 3 de fevereiro de 1874, era localizada na rua do Rosário, centro do Rio, e teve como primeiro titular o tabelião Francisco Manuel da Cunha Junior, nomeado dias antes da sua abertura, em 24 de janeiro de 1874. Além de tabelião, Francisco foi advogado e teve também uma breve carreira política como senador pelo estado do Maranhão, onde nasceu, entre 1890 e 1895.  

A origem do 7º Ofício de Notas da Comarca da Capital se mistura com a história dos tabeliães da cidade do Rio de Janeiro, que teve início com Pero da Costa, o primeiro tabelião a receber o título através das mãos de Mem de Sá, na época, governador do Brasil que lhe concedeu a propriedade dos ofícios de tabelião do Público e Judicial e Notas.

Muita coisa mudou em quase cinco séculos, quando antes os cartórios eram responsáveis por providenciar registros dos mais variados, guerras, invasões, fatos referentes a história do Brasil e que lotaram páginas e mais páginas de livros de história de tantas gerações. O comércio de escravos, por exemplo, era todo registrado pelos tabeliães da época. De lá pra cá, com a evolução da sociedade e tantas mudanças trazidas principalmente por meio da tecnologia, o que se registra hoje são os fatos debatidos pela população, tais como união estável homoafetiva, divórcio, reconhecimento de paternidade, adoção, separação e contratos de diversos tipos, como o pacto antenupcial às atas notarias como meio de comprovar um crime de stalking.

“O cartório do 7º Ofício vindo para a Tijuca fez com que esta região ganhasse uma nova titular no bairro e nas aproximações. Temos os bairros de Vila Isabel, Andaraí, Rio Comprido, todas nas imediações do 7º Ofício de Notas e que são muito bem atendidos. Uma população numerosa que sinto que fica muito feliz em poder interagir diretamente com a tabeliã e terem seus anseios atendidos com muita presteza e rapidez”, afirma a tabeliã Edyanne Frota Cordeiro.

Ela destaca o aumento no número de testamentos durante o período de pandemia e explica como os clientes saem satisfeitos e tranquilos após a realização do ato no 7º Ofício de Notas da capital. “O aumento de testamento foi significativo na pandemia e os nossos clientes idosos saem do cartório se sentindo felizes e gratificados, principalmente com a questão da rapidez em conseguir marcar seus horários. Isso tudo nos faz sentir uma alegria imensa. Somos uma equipe unida, competente, amiga e animada, pronta a atender da melhor forma possível”, conclui a tabeliã.   

Infraestrutura e serviços

Localizado à Rua Santa Sofia, nº 139, no coração da Tijuca, o 7º Ofício de Notas da Comarca da Capital é um dos poucos que funciona aos sábados. Fica em um prédio amplo, de dois andares, com área de estacionamento e acessibilidade fácil e segura, com possibilidade de atendimentos no térreo sempre que necessário. Uma área verde aos fundos é bastante receptiva e foi uma opção segura para os usuários que aguardavam atendimento durante a pandemia do Covid-19.

Além dos serviços do setor do balcão de firmas, que conta com um time de cerca de dez pessoas para realização de autenticação, abertura e reconhecimento de firma, apostilamento de haia e comunicação de venda de veículos, o cartório conta ainda com mais de vinte funcionários que fazem o dia a dia acontecer, escrituras de compra e venda de bens, divórcio, união estável, testamento, emancipação, reconhecimento de maternidade e paternidade, e atos pelo e-Notariado, plataforma para realização de serviços digitais.

Fonte: Assessoria de Comunicação – CNB/RJ

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