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O documento que é obrigatório e necessário para apuração de patrimônios e partilha de bens é o maior dos últimos dois anos

Publicado 07/03/2022 21:03 | Atualizado 07/03/2022 21:04

Rio – A pandemia causada pelo vírus da Covid-19 que resultou em um número vertiginoso de óbitos trouxe uma outra grande preocupação, o medo de deixar desamparado algum ente querido. O que é confirmado no crescimento do número de inventários realizados em cartórios no Rio de Janeiro, que só em 2021 aumentou 45% a mais em comparação com o ano de 2020.

A informação é do Colégio Notarial do Brasil – Seção Rio de Janeiro (CNB/RJ), entidade que representa os cartórios de todo o estado do Rio que informou que só no ano passado foram lavradas 14.310 escrituras contra 9.817 realizadas há dois anos. Os dados divulgados pela instituição mostram ainda que o número de Inventários realizados em 2021 foi 157,2% maior na comparação com a média de atos praticados entre os anos de 2007 a 2020 — 5.565 -, período desde que este ato foi delegado aos Cartórios de Notas do país.

O documento é necessário para que seja apurado o patrimônio deixado pela pessoa falecida, o Inventário é obrigatório para que a partilha de bens seja efetivada entre os herdeiros existentes. É realizado em Cartórios de Notas desde 2007, como alternativa rápida, prática e barata à via judicial

Para José Renato Vilarnovo Garcia, presidente do Colégio Notarial do Brasil — Seção Rio de Janeiro (CNB/RJ), “a crise sanitária e o consequente aumento no número de óbitos no Brasil, trouxe também uma mudança de mentalidade na sociedade, que está buscando formalizar a transferência patrimonial decorrente de herança, em busca de liquidez em um momento de crise econômica”.

Fonte: O Dia Online

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