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O 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro, localizado na Barra da Tijuca, lavrou a escritura que movimentou R$ 140 mil, pagos com tokens Ribus.

Um apartamento no centro do Rio de Janeiro teve o primeiro registro de venda de imóvel pago em sua totalidade com token Ribus (RIB). O token é descrito como o primeiro token utilitário imobiliário do mundo. Já houveram compras utilizando outros criptoativos. Contudo, a utilização de um token de utilidade é algo inédito no país.

A proposta é permitir aos seus detentores várias formas de utilidade no mercado imobiliário, incluindo o pagamento de produtos ou serviços. Prestadores de serviços da cadeia imobiliária e usuários utilizam o token como forma de acesso ao ecossistema da empresa.

Imóvel registrado em Ribus

Desse modo, o 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro, localizado na Barra da Tijuca, lavrou a escritura que movimentou R$ 140 mil. Nesse sentido, o pagamento foi feito 100% com o token de utilidade, com as garantias e segurança necessárias. O cartório firmou o reconhecimento público da operação de compra e venda.

Duas empresas do ecossistema Ribus venderam o imóvel: a Permutus, que realiza permutas de imóveis residenciais e comerciais usando Ribus e Reais, e a Retrofitus, especializada em reformas, modernização e acabamento, que modernizou o apartamento no centro do Rio.

“Estamos diante de um fato histórico no Brasil. A Ribus é pioneira no modelo de token utilitário imobiliário em todo o mundo, digitalizando processos e garantindo segurança e transparência através da tecnologia blockchain. O resultado é este que vemos agora, com mais negociações dentro do mercado imobiliário e oportunidade para todos”, explica o CEO da Ribus, Marcelo Magalhães.

Portanto, o token Ribus (RIB) funciona como um crédito e pode ser trocado por dinheiro. Ele é um ativo digital para uso dentro do ecossistema Ribus. Esse ecossistema oferece uma série de serviços para atores do mercado imobiliário e também tem um clube de vantagens para os proprietários dos tokens.

A rede blockchain realiza todas as transações, tornando impossível alterar o limite máximo de emissão ou reverter uma transação. Dessa maneira, ela garante a segurança e personificação de cada processo, incluindo o contrato de registro do token na rede.

Conforme explica a empresa, qualquer pessoa pode comprar token RIB, e ter acesso a soluções em blockchain para o mercado imobiliário. Segundo a empresa, com o token é possível permutar bens e serviços, comprar recebíveis, reformar, comprar e vender imóveis.

Soluções da Ribus

A Ribus comenta que seu ecossistema envolve soluções como:

  • Houseus (marketplace dedicado aos profissionais de arquitetura e decoração);
  • Retrofitus (uma empresa especializada em reformas, modernização e acabamento);
  • Beneficius (clube de benefícios exclusivo para tokenistas Ribus, funcionando como um programa de pontos/milhas que oferece descontos e acesso privilegiado);
  • Permutus (permuta de imóveis residenciais e comerciais através de Ribus e Reais);
  • Recibus (fintech de antecipação de recebíveis através da emissão de tokens para operações);
  • Braemp (parceira incorporadora e construtora, com atuação no Espírito Santo e Rio de Janeiro que oferece desde empreendimentos econômicos até projetos de alto padrão).

Detentora do primeiro token utilitário imobiliário do mundo, a Ribus foi a primeira empresa de tokenização do setor imobiliário do Brasil a receber o ofício da CVM de que os tokens não são valores mobiliários.

Segundo a empresa, há dois anos, a empresa enviou uma tese jurídica à Comissão de Valores Mobiliários destacando que o token Ribus é um token de utilidade, portanto não é um valor mobiliário e, dessa forma, não precisaria estar sob a regulamentação da CVM. Portanto, o ofício confirmou a tese da Ribus, no sentido de que o Token Ribus não é valor mobiliário.

Fonte: Blocktrends

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